sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Confira a programação da Bienal do Livro de Alagoas

DIA 28 DE OUTUBRO (SEXTA-FEIRA)

AUDITÓRIO
Ìgbà Ábídí – VI Seminário Afro-Internacional - Ìkàwe! Ìmó (Leitura e saber) - Países Presentes: Cabo Verde, Moçambique, Angola e Guiné Bissau
10h às 12h
14h às 17h

Auditório A:
19h às 22h – Painel Literário SESC – A nova literatura é uma literatura nova? - Lorival Holanda, autores do Prêmio SESC Mediação de Joelma Rodrigues e Maria José Duarte

Auditório B:
19h – Palestra: “Educando com as Ferramentas da Simplicidade” - Hamilton Werneck

SALA AUDÁLIO DANTAS
10h às 12h – Mesa redonda : Poesia em movimento - José Inácio Vieira de Melo, Lêdo Ivo, Ricardo Cabús e Gal Monteiro
16h às 18h – Mesa Redonda: “João Craveiro Costa – revisitando o pensador da História, da Pedagogia e da didática em Alagoas” - Elcio de Gusmão Verçosa, Elione Maria Nogueira Diógenes e Ivanildo Gomes dos Santos
19h – Palestra: “Jornalismo Literário” - Fernando Morais e Teresa Ribeiro

SALA LUITGARDE BARROS
10h às 13h – Oficina: “Novas Tecnologias para Preservação do Acervo” - Gláucia Gomes (40 vagas)
16h às 18h – Lançamento: “VII Tópica – Revista de Psicanálise “ e do site do Grupo Psicanalítico de Alagoas – GPAL- (80 vagas)

SALA JOSÉ MARQUES DE MELO
10h às 13h - Palestra: “Comunicação Visual” - Paulo Araújo (70 vagas)
Apresentação: “Leitura e Cultura na 3ª Idade”- Grupo Novo Despertar
14h às 16h (60 vagas)
16h às 18h (60 vagas)

SALA MANOEL CORREIA DE ANDRADE
Oficina: “Publicações Periódicas Científicas Impressas” - Anamaria da Costa Cruz
10h às 13h – Módulo I
14h às 18h – Módulo II (30 vagas)

SALA LÊDO IVO
10h às 12h – Palestra: “Biblioteca como espaço de memória” - Adriana Guimarães e Ana Cláudia Magalhães (70 vagas)
16h às 17h – Palestra: “A importância da leitura para crianças e jovens alagoanos” - Carlindo de Lira Pereira
17h às 18h – Palestra: “Pontos de lazer e difusão da cultura de Arapiraca” - Franciane Santos Azevedo

SALA NISE DA SILVEIRA
10h às 12h30 - Bate-papo com autores
14h às 18h30 - Bate-papo com autores

PALCO “LIVRO ABERTO”
10h às 11h, das 14h às 15h e das 15h30 às 16h30 – Leitura com Letras Sonoras
17h às 18h30 – Lançamentos de livros

OFICINA DO ESCRITOR
10 às 22h – De pesquisa em pesquisa descubro o mundo - Visita orientada aos processos de funcionamento de uma biblioteca até a descoberta da escrita

CAFÉ LITERÁRIO
19h – Lançamento coletivo de autores da Edufal
Fernando Morais dá entrevista exclusiva ao Blog da Alessandra Vieira

Uma conversa com Fernando Morais

Alessandra Vieira

Foi no início do mês, em um bucólico e charmoso café em Cachoeira-BA, que o Blog da Alessandra Vieira conversou com Fernando Morais. Ele acabara de participar de uma mesa-redonda, na qual debateu sobre “Literatura Brasileira - sucesso de crítica e público” com o também escritor Miguel Sanches Neto e a jornalista Raquel Cozer. O encontro fez parte da I Festa Literária Internacional de Cachoeira (Flica), que aconteceu de 11 a 16, na histórica cidadezinha, conhecida por seu rico acervo arquitetônico de estilo predominantemente barroco. 
Durante o bate-papo, o autor de não-ficção Fernando Moraes, 65, falou – entre um charuto e outro – de tudo um pouco. Do processo de criação à importância de o Brasil ter um autor como Paulo Coelho (alvo de uma de suas biografias mais polêmicas); do seu início como jornalista ao lançamento do seu 10° livro, "Os últimos soldados da Guerra Fria"; e ainda revelou que tem nove anos de fitas gravadas com Antônio Carlos Magalhães (de quem planeja fazer uma biografia) e arquivos pessoais guardados em um banco fora do País; além dos seus novos projetos.  
Na noite de hoje, o escritor de obras obrigatórias como “A ilha”, “Olga” e “Chatô – O rei do Brasil” vai falar na Bienal Internacional do Livro de Alagoas, que acontece no Centro Cultural e de Exposições de Maceió. O tema da palestra será jornalismo literário e ele dividirá o palco com Teresa Ribeiro. Confira a seguir o que Fernando Morais disse, com exclusividade, ao blog, no último dia 11.    

- Antes de ser escritor, você é jornalista. O que é ser jornalista para você? 
Contar o que ninguém sabe. Essa é a essência do jornalismo. Notícia velha, ninguém quer saber.

- Como você escolhe os temas dos seus livros?
Estou atento a tudo. Mas nem tudo o que vem na cabeça dá para transformar em livro. Então transformo em artigos ou crônicas. Recentemente, quando Dominique Strauss-Kahn foi pego nos Estados Unidos com aquela polêmica com a camareira, sugeri fazer um perfil, para a Playboy, do juiz que mandou prendê-lo (risos). Na verdade, sou meu próprio pauteiro, meu próprio editor. Quem determina o tempo e o espaço sou eu. Claro, na medida do possível, nunca cumpro o prazo. Prometi entregar “Chatô” em dois anos, mas levei cinco. Tenho uma sala no meu estúdio com caixas cheias de personagens, inclusive, alguns deles são nordestinos.

- Entre esses nordestinos, existem alagoanos?
Fiz dois perfis do Collor. Um no auge do poder enquanto presidente do Brasil. O outro, quando caiu no ostracismo devido ao impeachment. Gosto muito do Collor. Acho uma personalidade interessantíssima, um orador brilhante. Quem sabe...

- Sabemos que a crítica não recebeu bem “O Mago”, a biografia de Paulo Coelho? Mas, qual foi a receptividade do público?
Foi muito boa. O livro vendeu muito na Índia. Vendeu muito lá fora. Abriu portas que eu estou tentando abrir há algum tempo. Estou tentando fazer a minha história internacional. Então foi muito bom.

- Então foi por esse motivo que decidiu fazer uma biografia de Paulo Coelho? Ele é um autor muito consumido fora do País.
É verdade, há mais preconceito aqui no Brasil do que lá fora. Na Rússia, um dos países mais intelectualizados no mundo, os livros de Paulo Coelho vendem muito. Na França, do mesmo jeito. Na Europa, as críticas, geralmente, são sempre favoráveis a ele. Aqui é tratado com um desprezo, uma agressividade tão grande, que assusta. Mas não foi apenas por esse motivo. Sou suspeito para falar de Paulo Coelho. Daria para ficar falando do fenômeno Paulo Coelho até amanhã. É muito importante para o Brasil ter um escritor como Paulo Coelho.

- Que importância seria?
Eu concordo com Wilson Martins quando ele diz: “Euclides da Cunha é importante, Machado de Assis é importante e Paulo Coelho, a sua maneira, também é importante”. É provado que ele sabe escrever uma narrativa. Dentro do que ele se propõe a fazer, faz muito bem. Ele sabe escrever. Isso está provado nos seus textos, na época em que ele era jornalista e nas músicas que escrevia com Raul Seixas. O que acontece é que ele descobriu um público e escreve para ele. Humberto Eco disse, uma vez, que Paulo Coelho escreve para a alma das pessoas, e não para a cabeça.

- Já que você falou em Machado de Assis, existe alguém que possa ocupar a sua vaga?
Eu! (risos) Falando sério, existem ficcionistas muito capazes, mas eu não poderia apontar um.

- Como você consegue convencer os seus biografados a contar tantos segredos, muitas vezes constrangedores?
Nada substitui a honestidade. Nessa relação entre autor e personagem tem que haver, acima de tudo, a verdade. A primeira coisa que disse para o Paulo Coelho, para o ACM e para os filhos de Chatô foi: “Vocês não vão ver os originais”. Eles aceitaram, mas já teve gente que recusou e sobre esses eu não escrevo. Costumo dizer que, nos meus livros, os biografados nem são canonizados nem crucificados. Quando falei ao ACM que ele só veria o livro quando fosse lançado, ele me pediu um tempo para pensar. Depois de 15 dias, ele me ligou e disse: “Vamos começar, eu não tenho nada do que me envergonhar”.

- Em suas conversas com o ACM, ele chegou a comentar sobre o episódio em que teria tido uma incontinência urinária ao ser confrontado pelo deputado alagoano Tenório Cavalcanti, o Homem da Capa Preta?
Ele disse que era tudo mentira, mas esse é o episódio menos polêmico na vida de ACM.

- Alguma vez você ocultou alguma informação por considerar que iria expor demais o biografado ou personagem?  
Quando estava fazendo “O Mago” me vi em uma contradição. Confesso que fiquei uma semana sem conseguir escrever porque não conseguia decidir se iria ou não contar aqueles segredos tão íntimos de Paulo Coelho. Eu me perguntava: “Será que eu tenho o direito de revelar isso para o mundo?”. Então, minha esposa disse: “Você está querendo impor ao seu leitor uma censura que o próprio Paulo Coelho não fez”. Realmente, Marina estava certa. Eu não tinha esse direito.

- Você tem notícias de como anda o filme “Chatô”?
Encontrei Guilherme Fontes recentemente e, segundo ele, o filme está pronto. Me disse mais, que eu não me espantasse se, ao abrir os jornais, a qualquer momento, estivesse publicado uma notícia de que o filme iria estrear hoje. O que ele me falou é que o filme está guardado em Los Angeles, esperando um “troco” para ser montado. A verdade é que o Guilherme não é esse mal caráter que foi pintado na mídia. Tenho um carinho grande por ele. Acredito nele. Inclusive, sou padrinho da sua filha.

- Como é a sua relação com essas adaptações dos seus livros para o cinema?
Não me meto. O máximo que gosto de fazer é ler os roteiros para ver se não há distorções históricas nem estéticas. Com “Olga”, a experiência foi fantástica. Apesar de escorraçado pela crítica foi adorado pelo público. Para mim, o que importa é o que o filme deu ao livro: a oportunidade de transformar aquilo que apenas alguns letrados viram em um produto assistido por milhões de pessoas.

- E quanto aos novos projetos?
Há conversas em curso, na verdade, uma paquera, com o ex-presidente Lula. Mas correm por fora um livro sobre a morte do presidente João Goulart e uma biografia do antropólogo Darcy Ribeiro.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Livro sobre Heliônia Ceres será
lançado amanhã à noite

Maria de Lourdes do Nascimento foi a vencedora do
 Prêmio Nacional da Academia Alagoana de Letras de 2009  

Alessandra Vieira

Durante o século XIX poucos foram os escritores brasileiros que enveredaram pelo fantástico. Álvares de Azevedo, em “Noite na taverna”, e Machado de Assis, em alguns contos, são os mais conhecidos. No entanto, em Alagoas, a literatura fantástica encontrou forte representante: Heliônia Ceres. E é justamente essa maceioense nascida em 1927, tema do livro que será lançado amanhã, na Bienal do Livro de Alagoas, às 19h, no estande da Braskem, apoiadora da publicação da obra.
“O ponto de encontro e do espanto na narrativa fantástica de Heliônia Ceres”, de Maria de Lourdes do Nascimento, é o vencedor do Prêmio Nacional da Academia Alagoana de Letras de 2009 e traz um paralelo entre Ceres e outros escritores do Brasil, da América Latina e da Europa que enveredaram através do mesmo estilo literário da alagoana. “Heliônia tinha uma multiplicidade no estilo, mas certamente sua maior marca foi o realismo fantástico. Isso fica evidente nos seus contos”, comenta Maria de Lourdes, que além de escritora é professora e advogada com textos publicados em antologias em Alagoas, Paraíba, São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Brasília.     
Autora de “Contos 1”, “Contos 2”, “Reflexões”, “Contos”, “Cabras-Machos” (crônicas), “A procissão dos encapuzados”, “Rosália das Visões”, “O conclave” (novela) e “Olho de Besouro” Heliônia costumava dizer que “escrever é uma bela maneira de viver. Mas não escrevo somente porque é uma bela maneira de viver. Escrevo porque julgo que, entre outras coisas, não sei fazer nada melhor do que isto”.

Simone Cavalcante, Claudia Lins e Thiago
Amaral lançaram seus livros esta semana

OUTROS LANÇAMENTOS – Ainda no Espaço Brasken será lançado na quinta-feira, às 19h, o livro Aquarela, da autora alagoana Ruth Quintella. Já na segunda-feira passada, dia 24, houve o lançamento do livro Freitas Machado: Vida e Obra, editado a partir do trabalho premiado no Concurso Nacional de Monografias José de Freitas Machado, de autoria de Etevaldo Amorim.
A semana também contou com os lançamentos de livros infantis dos escritores Simone Cavalcante, Claudia Lins e Thiago Amaral, Ventania e o mapa do tesouro, No reino de Belinguindone e A casa da reinação, respectivamente.
Além disso, a campanha Livro presente para sempre está funcionando a todo vapor. Graças à campanha, o visitante pode doar livros infantis levando-os ao estande da Braskem.

Vá Lá:
O livro O ponto de encontro e do espanto na narrativa fantástica de Heliônia Ceres, de Maria de Lourdes do Nascimento será lançado amanhã, às 19h, no Espaço Braskem. Aberto ao público. Para adquirir o livro entre em contato com a autora através do e-mail: lur.mar@hotmail.com.
Confira o que vai acontecer no quinto
dia da Bienal do Livro de Alagoas

Lêdo Ivo, Charles Cooper e Graciliano Ramos. Esses alagoanos fazem parte das atrações do quinto dia da Bienal do Livro de Alagoas. Até às 22h, o visitante vai poder entender o que só a literatura pode fazer. Não perca! A entrada é gratuita. Confira o que vai acontecer hoje.

DIA 25 DE OUTUBRO (TERÇA-FEIRA)

AUDITÓRIO
10h – Seminário de Educação: “Ética no cotidiano escolar” - Terezinha Rios
14h – Seminário de Educação: “Oralidade nos anos iniciais” - Cléo Busatto
19h – Abertura: “VII Encontro Estadual do PROLER” (Comitê Maceió) - Maria Teresa G. Pereira – Coordenadora Nacional do PROLER
Palestra: “A biblioteca e a arte de contar histórias: um caminho para uma sociedade leitora” - Lêdo Ivo
Programação Cultural: Chico de Assis

SALA AUDÁLIO DANTAS
10h às 12h – Palestra: “Novas leituras da ficção contemporânea” - Helena Bonito
17h – Palestra: “Como atrair jovens para a literatura e o ofício de escritor” - Margarida Patriota, Solange Chalita e Douglas Apratto
20h – Mesa Redonda: “100 anos de Jorge Cooper” Fernando Fiúza, Luiz, Hildeberto Barbosa Filho, Susana Souto e Charles Cooper

SALA LUITGARDE BARROS
Oficina: "Mães leitoras - Costurando leituras para crianças"
Fabiana Sales e Maria Cristina Silva
10h às 12h - Módulo I
14h às 18h - Módulo II (20 vagas)

SALA JOSÉ MARQUES DE MELO
Oficina: “Da criação à publicação do livro. Do suporte papel ao livro digital” - Flávia Goulart Garcia Rosa
10h às 13h - Módulo I
14h às 18h - Módulo II (40 vagas)

SALA MANOEL CORREIA DE ANDRADE
Mini-curso: “Literatura Infantil e Psicanálise: Diálogo com a Contemporaneidade” - Jerzuí Mendes Torres Tomaz e Maria Heloisa Melo de Moraes
10h às 13h - Módulo I
15h às 18h - Módulo II (50 vagas)

SALA LÊDO IVO
10h às 12h - Palestra: “O comportamento do leitor brasileiro segundo a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil” - Zoara Failla (50 vagas)
15h às 16h – Palestra: “A importância do animal para a sociedade” - Paulo Bezerra
16h às 17h – Palestra: “Folclore Nordestino” - Ernane Santana dos Santos
17h às 18h – Palestra: “Cantos de Alagoas” - Jorge Luiz Soares

SALA NISE DA SILVEIRA
10h às 12h30 - Bate-papo com autores
14h às 18h30 - Bate-papo com autores

PALCO “LIVRO ABERTO”
10h às 11h, das 14h às 15h e das 15h30 às 16h30 – Leitura com Letras Sonoras
17h às 18h30 – Lançamentos de livros
19h às 22h - Literatura e as Diversas Possibilidades de Arte
I Seminário SESC Alagoas de Literatura Infanto-Junevil

OFICINA DO ESCRITOR
10 às 22h – De pesquisa em pesquisa descubro o mundo - Visita orientada aos processos de funcionamento de uma biblioteca até a descoberta da escrita

CAFÉ LITERÁRIO
19h – Lançamento coletivo de autores da Edufal

TEATRO GUSTAVO LEITE
19h30 - Festival Cultural Graciliano Ramos - Colégio Adventista de Maceió

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Mais novidades na Bienal do Livro de Alagoas

A Bienal do Livro de Alagoas prossegue hoje com mais novidades. O evento acontece até o próximo domingo (30 de outubro), no Centro de Convenções, com 147 estandes e reunindo mais de 500 editoras com aproximadamente 22 mil livros. A Bienal do Livro está aberta ao público de 10h até 22h. A entrada é gratuita. Confira o que está acontecendo e o que vai acontecer no dia de hoje.

DIA 24 DE OUTUBRO (SEGUNDA-FEIRA)

AUDITÓRIO A:
14h às 18h – Seminário: “A educação sistêmica em Alagoas”
20h – Prêmio Braskem “Concurso José de Freitas Machado”

AUDITÓRIO B:
16 às 18h – Palestra: “Os cangaceiros: banditismo rural no Nordeste do Brasil” - Luiz Bernardo Pericás
19h – Palestra: “Momentos da ciência e tecnologia” - Sérgio Machado Rezende

SALA AUDÁLIO DANTAS
10h – Palestra: “O Pré-Sal e seus desafios” - Marcos Gonçalves (Petrobras-AL)
15h – Mesa-redonda: “Livros Clássicos: importância, dificuldades de edição e como superá-las” Florian Madruga (Senado), Moisés de Aguiar (Cepal), Jorge Carvalho (Segrase), com mediação de Marcelo di Renzo
19h – Mesa-redonda: “Formas do consumo na contemporaneidade” Dominique Desjeux (França),Letícia Casotti (COPPEAD- UFRJ), Jeder Janotti Jr (Ufal), mediação de Elder Maia

SALA LUITGARDE BARROS
10h às 12h – Palestra: “Como se faz uma obra de referência” - Helena Bonito (60 vagas)
14h às 17h – Palestra: “Técnicas de aprimoramento e agilidade na leitura” - Elias Barbosa (40 vagas)

SALA JOSÉ MARQUES DE MELO
Oficina: “Normalização de Projetos, Trabalhos Acadêmicos e Teses” - Anamaria da Costa Cruz
10h às 13h – Módulo I
14h às 18h – Módulo II (30 vagas)

SALA MANOEL CORREIA DE ANDRADE
Oficina: “Novos Autores e Ilustradores” - Amir Piedade
10h às 13h – Módulo I
15h às 18h – Módulo II (30 vagas)

SALA LÊDO IVO
10h às 13h – Oficina: “Brincar para Aprender” - Luiz Alberto Machado (35 vagas)
16h às 17h – Palestra: “Narrativa da diferença cultural: os anônimos falam.” Vera Romariz
17h às 18h – Palestra: “O valor da palavra.” Ricardo Nogueira

SALA NISE DA SILVEIRA
10h às 12h30 - Bate-papo com autores
14h às 18h30 - Bate-papo com autores - ESPAÇO GOUMERT

PALCO “LIVRO ABERTO”
10h às 11h, das 14h às 15h e das 15h30 às 16h30 – Leitura com Letras Sonoras
17h às 18h30 – Lançamentos de livros
19h às 22h - Literatura e as Diversas Possibilidades de Arte

OFICINA DO ESCRITOR
10 às 22h – De pesquisa em pesquisa descubro o mundo - Visita orientada aos processos de funcionamento de uma biblioteca até a descoberta da escrita

CAFÉ LITERÁRIO
19h – Lançamento coletivo de autores da Edufal

TEATRO GUSTAVO LEITE
III Seminário de Serviço Social
9h às 10h30 – Palestra 1: “O Movimento Social Frente à Barbarização da Vida no Capitalismo Contemporâneo” - Dirceu Benincá
10h30 às 12h – Palestra 2: “Trabalho e Desgaste Físico e Mental: O Assistente Social Frente ao Risco do Próprio Adoecimento” - Edith Seligmann-Silva
12h – Debate - 12h40 – Lançamentos e autógrafos
19h – Palestra: “Avaliação da Aprendizagem: uma relação indissociável no contexto da gestão pedagógica” - Cipriano Luckesi

domingo, 23 de outubro de 2011

Leonardo, Kátia e Mariana Vasconcelos
curtem juntos o amor pela leitura


Livros: uma paixão de família

Alessandra Vieira

Dizem os especialistas que para alguém se interessar por livros é fundamental que a palavra escrita esteja ao seu alcance desde cedo. Foi o que aconteceu com Mariana Vasconcelos, de 10 anos. Desde que era bebê convive com os livros e hoje se diz uma apaixonada por eles. “Eu amo ler. Leio livros todos os dias”, disse eufórica enquanto passeava entre os estandes da V Bienal Internacional do Livro de Alagoas, no sábado (22).
Segundo ela, tudo começou quando tinha dois anos e pediu para a mãe levá-la à Bienal daquele ano. “Foi a minha primeira Bienal. Desde então nunca deixei de vir”, contou ao mesmo tempo em que escolhia mais livros para a sua coleção. “Gosto de ler aventuras. Agora estou lendo Harry Potter”, falou. O irmão Leonardo, 9 anos, segue os passos da irmã. “Acabei de ler ‘As aventuras do Capitão Cueca’. Também gosto muito de livros”, contou.
O amor dos pequenos pela leitura sempre foi incentivado pelos pais. Para a mãe Karla Vasconcelos o segredo está em, desde cedo, deixar livros pela casa para as crianças manuseá-los, mesmo que ainda não saibam ler. “Eles cresceram brincando com os livros e desde que nasceram nós lemos para eles antes de dormir. Também acredito que a escolha da escola faz a diferença. Sempre procuramos colocá-los em colégios que têm essa preocupação com a leitura. No mês passado mesmo, a turma da Mariana decidiu fazer uma feira de livros usados na escola onde ela estuda. Foi uma decisão da turma e foi um sucesso”, disse Karla.
O Blog da Alessandra está cobrindo
a Bienal do Livro de Alagoas

Até o próximo dia 30, o Blog da Alessandra Vieira vai presentear os leitores com uma cobertura diária de tudo o que acontece na V Bienal Internacional do Livro de Alagoas. Durante os dias do evento o Blog – em uma parceria inédita com O JORNAL – vai estar de prontidão em um estande exclusivo do periódico. Estando dentro da Bienal, instalado no meio dos livros e dos escritores, o Blog tem condição de transmitir aos leitores, com rapidez, tudo o que acontecer nesse evento literário.

sábado, 1 de outubro de 2011

Corujão sem “A Serbian Film - Terror sem limites”

 
“A Serbian Film - Terror sem limites” não será exibido hoje, no Corujão do Cine Sesi Pajuçara. O polêmico longa de Srdjan Spasojevic foi proibido em diversos países da Europa mas, havia sido liberado aqui no Brasil. Em nota, o coordenador do Cine Sesi, Marcos Sampaio contou como ficou surpreso com a notícia da proibição. “A exibição do filme ‘A Serbian Film - Terror sem limites’ foi programada em meados de setembro junto a distribuidora Petrinni Filmes, após a mesma ter enviado e-mail informando a liberação do filme. Com isso programamos para o evento Corujão, dia 01 de outubro, conforme foi amplamente divulgado. Fomos surpreendidos por um telefonema do Ministério Público de Minas Gerais, no início da tarde, informando-nos que o referido filme tinha sua exibição ainda proibida em todo Brasil, enviando-nos depois documentos que atestam esta proibição. O Distribuidor nos pediu desculpas pelos transtornos, mas o fato é de que não poderíamos exibir ‘A Serbian Film’. Lamentamos o ocorrido e ainda mais o fato de que um instrumento jurídico tenha sido usado para trazer de volta a censura no Brasil. Aproveitamos para informar que em seu lugar na programação do Corujão SESI/UFAL, será exibido o filme ‘Saturno em oposição’, do mesmo diretor do premiado ‘O Primeiro que disse’. Vamos dizer não a censura. Marcos Sampaio”.